Liberdade, Livro, Livre, Revolução, Cravo... (parte II)
Chegou a hora de brincar com o jogo dos cubos!
Quem aceita o desafio?
Desafio superado!
Tertúlia Literária sob o mote "A Liberdade passa por aqui"
Ontem realizou-se a terceira tertúlia literária deste ano letivo.
Foi um bom momento de partilha, conhecemos textos que nos tocaram de forma intensa, triste e bela. Conhecemos melhor a realidade de quem está ou esteve privado de liberdade.
Obrigada a todos os participantes!
Os Direitos Humanos na Escola
Um grupo de artistas portugueses ilustrou dezasseis Direitos Humanos, consagrados na constituição Portuguesa, produzindo os cartazes que estão agora expostos no átrio de acesso à Biblioteca.
Esta iniciativa foi criada pela Associação para a Promoção cultural da Criança, para assinalar o 50.º aniversário do 25 de abril de 1974.
Jornal de Parede - Primeira Impressão
"É proibido proibir" foi o mote que deu corpo ao JP a propósito de abril, dos 50 anos de abril!
"Livros Proibidos durante o Estado Novo" é a mostra associada e que permite a todos os que visitem este espaço entender um pouco do que era a censura nesses tempos cinzentos.
Hoje, dia 15 de abril, o encontro foi com António Carlos Cortez.Neste primeiro dia da Semana do Agrupamento, houve espaço para ouvir, pensar, questionar, provocar...e seduzir com poesia.Refletimos sobre Liberdade e Arte e "O que nos foi roubado?"
Alexandre O'Neill foi revisitado...
O poema foi "Um Adeus Português"
Bem haja, António Carlos
António Carlos Cortez nasceu em
Lisboa, em 1976. Poeta, ensaísta e crítico literário, é professor de Português
e de Literatura Portuguesa, investigador do CEHUM (Centro de Estudos
Humanísticos da Universidade do Minho) e colaborador do Diário de Notícias,
onde assina a coluna «Directo à Leitura».
Publicou 15 livros de poesia,
desde 1999. Destacam-se da sua produção os seguintes títulos: A SOMBRA NO
LIMITE (Gótica, 2004), DEPOIS DE DEZEMBRO (Licorne, 2010 - Prémio Sociedade
Portuguesa de Autores/RTP 2011), O NOME NEGRO (Relógio D'Água, 2013), A DOR CONCRETA. ANTOLOGIA PESSOAL 1999-2013
(Tinta-da-China, 2016 - Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M.
de Amarante 2018), CORVOS COBRAS CHACAIS (Editora Gato Bravo, 2017 - finalista
do Prémio Oceanos 2017), JAGUAR (Dom Quixote, 2019 - Prémio Literário Ruy Belo
e Prémio de Poesia António Gedeão/ FENPROF, ambos atribuídos em 2020), SKIN
DEEP (Húmus, 2021), DIAMANTE (Dom Quixote, 2021).
Fontes:
https://cehum.elach.uminho.pt/researchers/151
SEMANA DA LEITURA - "Palavras à Solta"
Liberdade
Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.
As palavras de Sophia de Mello Breyner Andresen, Martin
Niemöller , John Lennon, Clive Blake, Paul Eluard e Manuel Alegre nas vozes das
nossas alunas, surpreenderam agradavelmente os frequentadores de alguns dos
espaços públicos que rodeiam a nossa escola. Foi um momento alto da semana da
leitura, levar a poesia para a rua com a atividade “Palavras à solta”.
A Biblioteca Escolar agradece às docentes de Português,
Inglês e Francês e às respetivas alunas esta
dinâmica que aproximou a poesia da
comunidade.
O 25 DE ABRIL
Estamos à beira de comemorar 50 anos de uma data muito especial para Portugal.
Fizemos perguntas aos nossos alunos, recolhemos as suas respostas e escolhemos José Fanha com o seu livro "Era uma vez o 25 de abril" para nos ajudar a contar esta história "fantástica e complexa" como ele próprio a descreve.